Vem o tudo
com todo o peso
Chega o nada
e o seu desprezo
E ainda bem
que há outra
chance.
Mas, agora
é tudo ou nada,
sem nuance.
Por que o drama?
É a tal vida
que a gente ama:
esse romance!
Este é um blog teste. Com a pretensão de abrigar textos, poemas, crônicas...
Vem o tudo
com todo o peso
Chega o nada
e o seu desprezo
E ainda bem
que há outra
chance.
Mas, agora
é tudo ou nada,
sem nuance.
Por que o drama?
É a tal vida
que a gente ama:
esse romance!
Dor ou alegria,
ou seja lá
o que faça chorar;
há sempre um
mar de lágrimas,
onde as emoções
desaguar
Não sei se ando
um tanto quanto frio
Mas meu mar
de lágrimas
está quase vazio
É que hoje, choro
menos do que rio.
Não se afastar
da margem,
antes de compreender
a profundidade da imagem:
A correnteza do rio
se alimenta da beleza
de quem nele se vê
Não se iludir
com a calma da superfície
do espelho d'agua
que parece inocente
O rio que corta
sem sangrar a planície
é lâmina permanente.
Há quem se olhou
de cima
e no fundo se viu
E há quem no fundo
viu que somente
a chuva devolve água ao rio
E o espelho fluido
é outro mistério intermitente:
e se o que se vê agora,
já não foi embora,
levado pela água corrente?
Escolheu
travar algumas lutas
no modo artificial
depois de sentir que
In natura
tudo doia fundo
Nada era
superficial