Este é um blog teste. Com a pretensão de abrigar textos, poemas, crônicas...
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Dica para uma senha
Os números
as letras
Inúmeras
tretas.
Senhas
podem esconder datas
codificar momentos
abrigar
palavras
De repente
um nome
de quem nunca
soube
que era a
chave de
alguma porta
Digite
8 + 1
e depois,
preposição.
Digite
a
b
r
i
l
e acesse a página...
De algum coração?
sábado, 22 de outubro de 2016
O sabor do dia
O homem doce acordou cedo
amanheceu café com pão
fez do dia azedo
um prato
de arroz com feijão
À tardezinha,
montanha e sol se uniram
num rápido beijo.
Mas,quando a noite veio,
o homem viu quase acabar em pizza
tudo o que tinha de desejo
e o que salvou o sabor do dia
foi a sabedoria da lua cheia
se disfarçando de queijo.
sábado, 23 de abril de 2016
Quem vai e quem fica
Ao vento,
a folha cai
o vento sai
a folha fica
e por aí,
o vento vai
A folha voa,
o vento volta,
a folha corre,
o vento varre,
a folha some
e por aí vai.
a folha cai
o vento sai
a folha fica
e por aí,
o vento vai
A folha voa,
o vento volta,
a folha corre,
o vento varre,
a folha some
e por aí vai.
Encontro nosso encontro
Breve como um haicai
livre como alguém que
no meu sonho, entra, sai
e volta antes de eu cair em mim.
Leve como a folha
ao vento cai
e se solta
sem medo.
livre como alguém que
no meu sonho, entra, sai
e volta antes de eu cair em mim.
Leve como a folha
ao vento cai
e se solta
sem medo.
sábado, 16 de abril de 2016
Pequena lenda marítima
Quando uma estrela cai do céu,
vira flor no jardim solar.
Mas, se alguém, lá de cima,
o alvo erra,
a estrela não cai na terra
e se torna estrela do mar.
vira flor no jardim solar.
Mas, se alguém, lá de cima,
o alvo erra,
a estrela não cai na terra
e se torna estrela do mar.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Versos ao vento
A ideia veio em disparada
e levantou poema da estrada.
Versos, de carona com a brisa,
entraram pela janela,
caíram no caderno.
Mas o vento não coube na página
e beijou cada canto da casa,
deixou meu pensamento imóvel
e do tapete aos móveis,
tudo empoemado.
e levantou poema da estrada.
Versos, de carona com a brisa,
entraram pela janela,
caíram no caderno.
Mas o vento não coube na página
e beijou cada canto da casa,
deixou meu pensamento imóvel
e do tapete aos móveis,
tudo empoemado.
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Quem sou eu
- Carlos Augusto de Albuquerque
- Na rádio, sou o narrador de futebol, Carlos Augusto. Na TV, sou o repórter e apresentador Carlos Albuquerque. Aqui, neste blog, pretendo resolver essa "crise de identidade" e juntar os dois "Carlos"! Mas, no fundo, sou aprendiz, eternamente aprendiz! Sou filho da terra, de todas as terras que formam o planeta, de todas as substâncias que formam o universo. Sou irmão de todos os seres. Sou o pai da Luíza.