Desgovernado
Foi esse o seu melhor olhar pra mim
Veio de lado, sem direção
me pegou no contrapé
e me jogou na contramão. Sem rumo, assim, desnorteado
acabei sendo guiado
por essa contradição
Risco zero? Ou chance remota? Grande chance ou risco iminente?
Chuva forte
ou apenas um dia quente?
Aprender a viver é base mas é quase tiro no pé Melhor aprender a morrer, que é a próxima fase. Choveu lá fora, o tempo abriu. Um sol maior, a tarde caiu em si O dia estava tão bom que podia dar um ré. E na prova dos nove, eu tiro um dez? Vai por mim, Segue o Tom Jobim: tudo é jazz
O que era meu era pouco E agora, nem é, Está solto. Quem eu fui até um segundo atrás já foi, está morto
Mas, vai que volta de repente Mas, vai que se solta uma asa, um parapente. Dá pena quando o voo morre no pouso, assim como o sexo acaba no gozo. Mas, nada jaz eternamente. e naturezas mortas reaparecem vivas e quentes.
Na rádio, sou o narrador de futebol, Carlos Augusto. Na TV, sou o repórter e apresentador Carlos Albuquerque. Aqui, neste blog, pretendo resolver essa "crise de identidade" e juntar os dois "Carlos"! Mas, no fundo, sou aprendiz, eternamente aprendiz! Sou filho da terra, de todas as terras que formam o planeta, de todas as substâncias que formam o universo. Sou irmão de todos os seres. Sou o pai da Luíza.